
tradução de Bruno Cobalchini Mattos
“Linhas tortas narra de forma brilhante a história macabra de Mariana Callejas, uma mulher que teve uma vida agitada, que quase alcançou o reconhecimento de seus pares e que, ao colaborar com o aparato de repressão, caiu em desgraça.” — JOAQUÍN CASTILLO VIAL, EL PAÍS
Buenos Aires, 1974. O general Prats, exilado da ditadura Pinochet, é morto em um atentado a bomba. Washington, 1976. O diplomata chileno Orlando Letelier também é morto em um atentado. Em 1998, Pedro Lemebel publica As orquídeas negras de Mariana Callejas (ou o Centro Cultural da DINA) e, em 2000, é publicado Noturno do Chile, em que Roberto Bolaño aborda o ambiente literário chileno nos anos 1970. Quem afinal era Mariana Callejas? Qual a sua relação com os atentados? Poderia uma autora premiada, que ministrava oficinas literárias, ser agente da ditadura e assassinar opositores ao regime de Pinochet?
Em Linhas tortas. Um perfil de Mariana Callejas, Juan Cristóbal Peña percorre os labirintos dessa vida marcada pela busca por reconhecimento literário e a cumplicidade com a violência da ditadura. A partir de testemunhos, processos judiciais, entrevistas e da própria literatura, o autor explora as contradições, as ambiguidades e o lado obscuro de uma mulher e de um país.
Edição: 1ª edição (2026) Idioma: Português Capa comum: 328 páginas ISBN: 978-65-87955-63-6 Dimensão: 14 x 21 x 1,6cm
Bruno Cobalchini Mattos é escritor e tradutor. Nascido em Porto Alegre em 1990, é graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela UFRGS e foi aluno de intercâmbio na Universidad Autónoma de Madrid. Traduziu para o português autores como Miguel Ángel Asturias, George Orwell, Scott Fitzgerald, Miguel Ángel Asturias, Pablo Katchadjian e Ottessa Moshfegh. É autor do livro Pequeno Dicionário de Etimologia Alternativa (Taverna, 2023) e, atualmente, reside em Curitiba.
uma obra de María Moreno
tradução de Sérgio Molina
Uma releitura da obra de Rodolfo Walsh
Veja mais
uma obra de Karin Harrasser
tradução de Daniel Martineschen
Um livro sobre as conexões transatlânticas entre nazistas fugitivos e a Bolívia.
Veja mais