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Schopenhauer como Educador

uma obra de Friedrich Nietzsche

tradução de Giovane Rodrigues e Tiago Tranjan

R$38,00

Durante seus anos como professor na Universidade da Basileia, Friedrich Nietzsche publicou uma série de quatro livros sob a designação Considerações Extemporâneas, entre eles este volume, cujo tema central é o que Nietzsche considera como meta de toda cultura elevada, a saber, a formação do gênio, seja no âmbito da arte, da religião, ou da filosofia. Valendo-se da figura de Schopenhauer como uma espécie de padrão para todos os esforços culturais, Nietzsche produz um amplo retrato da cultura alemã e europeia. O que ele testemunhava em seus dias, no entanto, era a imensa distância de seus contemporâneos em relação ao ideal encarnado em Schopenhauer. Essa distância, que Nietzsche enfatiza em cada página de seu livro, é a principal razão da proclamada extemporaneidade dessa sua bela obra.

  Prefácio de Giorgio Colli; posfácio e notas de Giovane Rodrigues e Tiago Tranjan  

Por que o escolhemos?

Nietzsche é um dos pensadores a dar forma ao século XIX e marcou os posteriores. Suas Considerações Extemporâneas (das quais Schopenhauer como educador é o terceiro volume) são ensaios que possibilitam uma introdução oportuna a uma obra filosófica tão relevante.

Escrito por

Friedrich Nietzsche

Prússia, 1844-1900, Império Alemão.

Traduzido por

Giovane Rodrigues é doutor pela FFLCH/USP, com especialização em Nietzsche e Ética e História da Filosofia Contemporânea, e tradutor de textos filosóficos e literários.

Para a Mundaréu, traduziu Montaigne (Stefan Zweig), o prefácio de Giorgio Colli e, com Tiago Tranjan, Schopenhauer como educador (Friedrich Nietzsche), elaborando em conjunto também suas notas e posfácio, e editoriais de Albert Camus (para a edição de A armadilha).

Tiago Tranjan é doutor em Filosofia da Lógica pela FFLCH/USP e professor do Departamento de Filosofia da UNIFESP.

Para a Mundaréu, traduziu Schopenhauer como educador (F. Nietzsche), com Giovane Rodrigues, elaborando em conjunto também suas notas e posfácio, e o poema “Hino à juventude condenada”, de Wilfred Owen (para a edição de Memórias de um oficial de infantaria).

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