Tradutores

  • Daniel Martineschen

    Daniel Martineschen (1981-) traduz do alemão para o português desde 2009, como tradutor técnico, acadêmico e literário, e juramentado desde 2011. Traduziu, entre outros, as biografias Sabina Spielrein, de Sabine Richebächer; Béla Guttmann. Um gênio do futebol do século XX, de Detlev Claussen, e o romance Travessia, de Anna Seghers. O Divã ocidento-oriental, de Goethe, foi laureado com o prêmio Jabuti de 2021 na categoria “Tradução”. Suas traduções mais recentes são Gente alemã de Walter Benjamin e Viagem de Goethe ao Brasil, de Sylk Schneider (ambos pela Editora Nave de Florianópolis). Desde 2019 é professor de língua e literatura de língua alemã e tradução na UFSC em Florianópolis, e tem formação anterior na área da informática.

    Para o Manjuba traduziu Surazo: Monika e Hans Ertl: uma história alemã na Bolívia, de Karin Harrasser.

  • Federico Carotti

    Federico Carotti é italiano e estudou Ciências Biológicas na Universidade dos Estudos de Milão. Traduziu mais de oitenta livros, de autores como Italo Calvino, Cesare Civita, Carlo Ginzburg, Antonio Gramsci, Primo Levi, Maquiavel, entre outros.

    Para o Manjuba traduziu A melhor época da nossa vida, de Antonio Scurati.

  • Marina Waquil

    Marina Waquil, porto-alegrense, é tradutora e doutora em Estudos da Tradução pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde também atua como professora no setor de espanhol. Traduziu, preparou e revisou diversas obras literárias, sobretudo hispano-americanas e espanholas. Nos últimos anos, tem-se dedicado a pesquisas de resgate de vozes literárias de mulheres latino-americanas desconhecidas no Brasil.

    Para o Manjuba traduziu O Peão, de Paco Cerda.

  • Sandra M. Stroparo

    Sandra M. Stroparo é professora da Universidade Federal do Paraná e tradutora, tendo feito seu doutorado sobre Mallarmé. Entre seus livros traduzidos estão Axël, de Villiers de L’isle-Adam, Canção de ninar, de Leïla Slimani, e A ordem do dia, de Éric Vuillard.

    Para o Manjuba traduziu Uma saída honrosa, de Éric Vuillard.

  • Sergio Molina

    Sérgio Molina nasceu em Buenos Aires e mudou-se para o Brasil aos dez anos de idade. Estudou Ciências Sociais, Letras, Editoração e Jornalismo na USP. Traduziu mais de sessenta livros, de autores como Alejo Carpentier, Jorge Luis Borges, Ricardo Piglia, Roberto Arlt, Mario Vargas Llosa, Tomás Eloy Martínez, Ernesto Sabato, César Aira e Javier Cercas. Sua tradução para a primeira parte de D. Quixote foi premiada na 46º edição do Prêmio Jabuti (2004).

    Para o Manjuba traduziu Oración – Carta a Vicki e outras elegias políticas, de María Moreno.