Futebol à esquerda

Histórias de craques comprometidos e ativos, como Sócrates e Cruyff. Jogadores que acreditavam que sua função no mundo ia além de propiciar belos gols. Jogadores que saíram da Espanha durante a Guerra Civil, que fizeram parte da KGB, que se opuseram a ditaduras na América Latina, que batalharam por reconhecimento e melhores condições de jogo, que enfrentaram o autoritarismo de técnicos e governos, que participaram de movimentos sociais, que quiseram aplicar princípios democráticos aos campos, que viram outro tipo de surpresas dentro da caixinha. Franceses, italianos, espanhóis, bascos, argentinos, chilenos, brasileiros e outros que tinham algo em comum afora o talento: a empatia pelo próximo e a vontade de se manifestar.

Do texto sobre o craque internacional, passando pelos bastidores das copas, aos sobre jogadores de segunda divisão apaixonados por seu time e sua comunidade e cheios de convicção, o livro envolve qualquer tipo de leitor. Trata de paixão, de escolhas, de resistência, de história, de política, de relações familiares. Enfim, trata de futebol.

REF: 9788568259146

Descrição do produto

Este livro fala de um futebol diferente. Que escapa à mesmice de gestos e declarações sempre afogados nas exigências comerciais de um mundo que parece – mas apenas parece – cada vez mais sem opções. Um futebol que contesta e, assim, resgata a paixão que é sua razão de ser. Como diz Celso Unzelte na apresentação, “mesmo tendo trabalhado o tema nos últimos 30 anos como jornalista e pesquisador, a imensa maioria dos relatos soou-me como inédita. Até as histórias conhecidas, porém indispensáveis, são apresentadas de forma mais que interessante, sempre beirando as emoções tão características de um jogo de futebol”.

Histórias de craques comprometidos e ativos, como Sócrates e Cruyff. Jogadores que acreditavam que sua função no mundo ia além de propiciar belos gols. Jogadores que saíram da Espanha durante a Guerra Civil, que fizeram parte da KGB, que se opuseram a ditaduras na América Latina, que batalharam por reconhecimento e melhores condições de jogo, que enfrentaram o autoritarismo de técnicos e governos, que participaram de movimentos sociais, que quiseram aplicar princípios democráticos aos campos, que viram outro tipo de surpresas dentro da caixinha. Franceses, italianos, espanhóis, bascos, argentinos, chilenos, brasileiros e outros que tinham algo em comum afora o talento: a empatia pelo próximo e a vontade de se manifestar.

 

Informação adicional

Peso: 0.35 kg
Dimensões: 21 x 13 x 3.5 cm