Um Ano Sobre o Altiplano

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Autoria de
Emilio Lussu

Tradução por Ugo Giorgetti

Idioma: português
Edição: 1ª
Preço: R$ 32,00
Ano de lançamento: 2014
Número de páginas: 208
ISBN: 978-85-68259-00-9

Um ano de luta

Lussu narra um ano (1916-1917) da luta contra o exército austro-húngaro nas montanhas do norte da Itália, a partir de sua experiência como oficial do exército italiano.

Com um estilo direto e sucinto, mas nunca distante, o livro escancara a irracionalidade das decisões no front, e seu devastador impacto na vida dos combatentes. Não à toa a abordagem de Lussu centra-se no quotidiano dos soldados. Com sensibilidade e objetividade, o autor vai tecendo o drama e o destino de homens que, para seus superiores, pareciam descartáveis.

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Sobre o autor

Emilio Lussu (1890-1975) nasceu na Sardenha, Itália. Recém-egresso da faculdade de direito, alista-se em 1914, antes mesmo do ingresso da Itália na Primeira Guerra Mundial. Como oficial do exército italiano, Lussu participou das batalhas nas montanhas em torno do Asiago, contra o exército austro-húngaro. Lutou até 1918 e foi diversas vezes condecorado por valor militar.

Após a guerra, Lussu opôs-se à crescente influência do movimento fascista e foi eleito para o parlamento italiano em 1921. Em 1926, em um dos vários ataques políticos que sofreu, atirou em legítima defesa contra um partidário fascista e, após ter sido inocentado pela justiça, foi novamente julgado por uma comissão governamental e condenado a 5 anos de reclusão. Fugiu em 1929 e exilou-se em Paris. Participou da Guerra Civil Espanhola e da resistência italiana durante a Segunda Guerra. Após o fim da Segunda Guerra, continuou sua atividade política, como deputado constituinte, em 1946, e foi ministro de diferentes governos na Itália.

Sobre o tradutor

Ugo Giorgetti é um diretor e roteirista de cinema nascido em São Paulo.

Foi diretor de filmes publicitários para televisão e passou pelas principais agências do país. Nos anos 1970, dirigiu o único curta-metragem da sua carreira, Campos Elísios (1973) e, nos anos seguintes, o média-metragem Prédio Martinele (1975) e seu primeiro longa-metragem,  Quebrando a cara (1977), um documentário sobre o pugilista Eder Jofre. Desde então, segue com o cinema. Dirigiu a comédia Festa, melhor filme do Festival de Gramado, Sábado (1994), Boleiros – Era uma vez o futebol (1997), Cara ou coroa (2012) e A cidade imaginária (2014), entre vários outros.

É também colunista de futebol do Estado de São Paulo e leitor atento. A Mundaréu não podia perder a oportunidade de transformá-lo num tradutor bissexto.